BICICLETA?
É.
BICICLETA.
Porque o tesão de se equilibrar e ir embora pela primeira vez sem rodinhas nunca foi embora.
A Caloi vermelha ainda tá aqui dentro.
A Caloi prateada de três marchas que o pai deu mas depois inexplicavelmente tirou, também.
Com ela fazia amigos e ia longe.
Sem ela, ficava em casa. Lia. Escrevia.
Dos quinze aos quarenta não tive mais bike.
Daí achei uma no quintal de casa largada por um primo que se mudou pro Rio.
Tava lá há mais de uma década parada pegando pó e ferrugem.
Lavei. Limpei. Enchi os pneus. Passei um óleo.
Montei.
Tava lá. O mesmo tesão.
Saí e fui embora de novo. Fazendo amigos. Indo cada vez mais longe.
Com ela também conheci a oficina onde se aprende e tô sempre aprendendo um pouco mais.
A bike do primo troquei por uma guitarra.
Montei uma outra do zero na tal oficina.
É com ela que me viro por Sampa.
Ainda bem que tá "virando modinha" esse lance de ciclovia.
No meu tempo não tinha.
Agora vou da Lapa até o Centro Cultural na Vergueiro, onde fica o Mão na Roda,(por exemplo) praticamente numa reta só.
Seguro. Longe do trânsito cáotico.Com todos os benefícios físicos, mentais e financeiros que todo mundo conhece.
Lá conheci uma mina super simpática que me cativou com um texto sobre BICICLETA que me lembrou que eu também tinha tesão por escrever.
Não sabia(e não sei) metade de sua vida, de seus sonhos e realizações.
Por coincidência fiquei sabendo no Facebook, do "Ciclosonoro".
Um projeto dela que combina duas coisas que ainda me dão prazer.Música e...
BICICLETA?
É.
BICICLETA.
SEMPRE.
É.
BICICLETA.
Porque o tesão de se equilibrar e ir embora pela primeira vez sem rodinhas nunca foi embora.
A Caloi vermelha ainda tá aqui dentro.
A Caloi prateada de três marchas que o pai deu mas depois inexplicavelmente tirou, também.
Com ela fazia amigos e ia longe.
Sem ela, ficava em casa. Lia. Escrevia.
Dos quinze aos quarenta não tive mais bike.
Daí achei uma no quintal de casa largada por um primo que se mudou pro Rio.
Tava lá há mais de uma década parada pegando pó e ferrugem.
Lavei. Limpei. Enchi os pneus. Passei um óleo.
Montei.
Tava lá. O mesmo tesão.
Saí e fui embora de novo. Fazendo amigos. Indo cada vez mais longe.
Com ela também conheci a oficina onde se aprende e tô sempre aprendendo um pouco mais.
A bike do primo troquei por uma guitarra.
Montei uma outra do zero na tal oficina.
É com ela que me viro por Sampa.
Ainda bem que tá "virando modinha" esse lance de ciclovia.
No meu tempo não tinha.
Agora vou da Lapa até o Centro Cultural na Vergueiro, onde fica o Mão na Roda,(por exemplo) praticamente numa reta só.
Seguro. Longe do trânsito cáotico.Com todos os benefícios físicos, mentais e financeiros que todo mundo conhece.
Lá conheci uma mina super simpática que me cativou com um texto sobre BICICLETA que me lembrou que eu também tinha tesão por escrever.
Não sabia(e não sei) metade de sua vida, de seus sonhos e realizações.
Por coincidência fiquei sabendo no Facebook, do "Ciclosonoro".
Um projeto dela que combina duas coisas que ainda me dão prazer.Música e...
BICICLETA?
É.
BICICLETA.
SEMPRE.